Tinha como eixo conceitual, como o nome indica, a ideia de colaboração, que parte do entendimento da experiência artística como a criação de um estado colaborativo entre artista, obra, público e mediador. Também se pensou a experiência de uma obra como um trabalho, labor, que demanda um empreendimento, um investimento daqueles que se dispõe a esse exercício. À palavra laboração agrega-se o prefixo “co”, lembrando que esta sempre é uma experiência coletiva.

Formado na sua maioria por artistas plásticos, o Grupo de Educação Colaborativa define a sua mediação como uma prática artístico-pedagógica, que não pretende explicar as obras que media, mas multiplicar a sua leitura e abordagem, no intuito de manter (e não “resolver”) a tensão provocativa e criativa de grande parte da produção artística contemporânea que acontece no Paço das Artes.

Coordenação: Jorgge Menna Barreto –
Educadores: William Toledo (Billy), Danilo Volpato, Diogo Moraes
e Daniel Argento
Colaboração: Sabrina Ribeiro
Estagiárias: Kelly Sabino e Hannah Machado

Artista Pedro Palhares no Paço das Artes

Atividade com crianças