Este texto foi proferido em inglês e apresentado em forma de palestra na Arco 2008, Madri, Espanha. Usando autores como Hannah Arendt, Jacques Rancière, Claude Lefort, Emmanuel Lévinas, Etienne Balibar e Krzysztof Wodiczko, a pensadora constrói uma teia que problematiza as noções de público, arte na esfera pública, alteridade e política. A afirmação “Ser público é expor-se à alteridade” retrata bem sua fala, chamando a atenção para e tornando complexo o fenômeno visual da aparição implicada.

Traduçao originalmente publicada na Revista Concinnitas, ano 10, volume 2, número 15

Texto completo traduzido 
Relato crítico da palestra publicado no Forum Permanente