A Trans-local, Collaborative Research Inquiry into Conditions of Contamination, Vulnerability, and Precarity as they connect Bodies with Lands

 

Focusing on the themes of contamination, vulnerability, and precarity as conditions shared by living bodies and bodies of land, Reciprocal Ecologies will generate conversations and connections across distance and other boundaries among diverse practitioners who are working for environmental justice in and with their Communities.

 Reciprocal ecologies is situated at an typical intersection of our time: on one hand, in the face of the bankruptcy of Eurocentric-capitalist hegemony and the emergence of other forms of existence that, obviously, have always been present and in resistance, but now conquer an unprecedented space of public visibility; on the other hand, faced with the legacy of depletion of natural resources left by the weakening hegemonic power. Set in an exhausted setting, the new common world is not built on empty ground, a blank page, but on ruins. Inhabiting such a place involves the presence of the body to discover or cultivate other connections with surrounding spaces, as well as facing threats of a return to silencing and annihilation.

Precarity, contamination and vulnerability – these are the 3 thematic axes from which the Reciprocal Ecologies project starts. Such notions, pejorative from the point of view of the “purity” of the Western white man, are explored from the perspective of survival strategies that assert themselves with gestures of regeneration and resistance that encompass the human species in a multispecies scope.

Coordinated by A. Laurie Palmer and Jorgge Menna Barreto, each theme occupies a specific place in Brazil, the United States and Mexico. With a multiplying intention, the project proposes to convene artists whose practice involves the evocation and participation of other voices. Artist Regina de Paula, Brazil, has long-term research with Aldeia Maracanã in Rio de Janeiro; Rosanna Esparza in Kern County, CA, seeks to address contamination of water supplies by the oil industry; Mia Rollow, who co-founded an art space in Chiapas, Mexico, works with indigenous artists and activists who discuss accessibility. The presentation of projects will take place in different ways, such as interviews, seminars and exhibition of works.

Reciprocal Ecologies Website

Uma Investigação Colaborativa Translocal sobre Condições de Contaminação, Vulnerabilidade e Precariedade à medida que conectam Corpos e Territórios

 

Concentrando-se nos temas de contaminação, vulnerabilidade e precariedade como condições compartilhadas por corpos vivos e corpos de terra, Ecologias Recíprocas gerarão conversas e conexões através da distância e outras fronteiras entre diversos profissionais que trabalham pela justiça ambiental em e com suas comunidades.

Reciprocal ecologies se situa em uma intercessão típica de nosso tempo: de um lado, perante a falência da hegemonia eurocêntrico-capitalista e a emergência de outras formas de existir que, obviamente, sempre estiveram presentes e em resistência, mas agora conquistam um espaço inédito de visibilidade pública; de outro lado, diante do legado de esgotamento de recursos naturais deixado pelo poder hegemônico que se enfraquece. Situado em um cenário exaurido, o novo mundo comum não se constrói sobre um terreno vazio, uma página em branco, mas sobre ruínas. Habitar tal lugar envolve a presença do corpo para descobrir ou cultivar outras conexões com espaços circundantes, assim como enfrentar ameaças de uma volta ao silenciamento e aniquilação.

Precariedade, contaminação e vulnerabilidade – estes são os 3 eixos temáticos de onde parte o projeto Reciprocal ecologies. Tais noções, manifestamente pejorativas sob o ponto de vista da “pureza” do Homem branco Ocidental, são exploradas sob a ótica de estratégias de sobrevivência que se afirmam com gestos de regeneração e resistência que abrangem a espécie humana em um âmbito multiespécie.

Com a coordenação de A. Laurie Palmer e Jorgge Menna Barreto, cada tema ocupa um lugar específico no Brasil, Estados Unidos e México. Com uma intenção multiplicadora, o projeto propõe convocar artistas cuja prática envolve a evocação e participação de outras vozes. A artista Regina de Paula, no Rio de Janeiro, Brasil, tem uma pesquisa de longo prazo junto à Aldeia Maracanã no Rio de Janeiro; Rosanna Esparza em Kern County, CA, busca tratar a contaminação do abastecimento de água pela indústria petrolífera; Mia Rollow, que co-fundou um espaço de arte em Chiapas, México, elabora um trabalho com artistas indígenas e ativistas que discutem acessibilidade. A apresentação dos projetos acontecerá de diversas maneiras, como entrevistas, seminários e exposição de trabalhos.

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